Montagem de Alice no País das Maravilhas, do grupo Giramundo, em cartaz no domingo (2)
Por Débora
Gomes, jornalista Sou BH
Enquanto
algumas meninas desejam ser as princesas da Disney, outras sonham em conhecer o
encantado mundo de Alice, do País das Maravilhas. No próximo domingo (2), a
personagem dos livros e filmes toma forma em um dos bonecos do grupo Giramundo,
no palco do Cine Theatro Brasil (Rua dos Carijós, 258 – Centro), com o espetáculo “As Aventuras de Alice no País das Maravilhas”.
Mas
o que Alice tem de especial para ser tão querida? Podemos contar um coelho
falante, um chapeleiro maluco, cartas de baralho que ganham vida, um gato
sorridente, fora toda a magia e encanto que transportam as crianças para outro
mundo: o da fantasia. O fascínio pela personagem, uma garota que cai em um
buraco e passa a viver grandes aventuras em um lugar desconhecido, torna a
personagem querida tanto para os pequenos quanto para adultos.
A
história, escrita por Lewis Carroll e originalmente publicada no ano de 1865, ganhou
mais de dez versões para as telonas, incluindo um filme mudo, de 1903. A versão
mais recente, e talvez mais conhecida atualmente, é a feita por Tim Burton em
2010, “Alice in Wonderland”, estrelada por Johnny Depp, como Chapeleiro Maluco,
e Mia Wasikowska, como Alice.
No
teatro, o Grupo Giramundo foi o primeiro a transformar a personagem em bonecos.
Selecionamos algumas curiosidades do espetáculo:
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ao todo, 55 bonecos dividem o palco com o ator Beto Militani;
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o gato é o único boneco digital do espetáculo, manipulado em tempo real graças
a uma tecnologia cinematográfica, rara no teatro;
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Alice ganhou trilha composta por John Ulhôa, do Pato Fu, e voz de Fernanda
Takai;
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Arnaldo Baptista, ex-Mutante, assume a voz do Chapeleiro Maluco;
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o espetáculo possui 27 canções em sua trilha sonora original;
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Alice no País das Maravilhas é uma montagem de 2013.