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Segurança é preocupação que acompanha mulheres de BH dentro e fora de casa

Quatro em cada dez brasileiras deixaram de sair à noite por medo; dados ajudam a dimensionar como a insegurança interfere na rotina feminina


Créditos da imagem: Imagem Gerada por IA
Emive Busca por segurança faz parte da rotina de mulheres em diferentes momentos do dia

Estúdio de Conteúdo

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01/09/26 às 09:33
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Existem hábitos que fazem parte da rotina de muitas mulheres quase de forma automática. Mandar a mensagem “cheguei” no grupo da família. Conferir se a porta está trancada e, às vezes, voltar para conferir novamente. Escolher onde estacionar de acordo com a iluminação. Mudar o caminho ou pensar no trajeto antes mesmo de sair de casa.

Essas ações dificilmente aparecem nas estatísticas sobre violência, mas ajudam a revelar outro efeito da insegurança: o estado permanente de atenção. Uma preocupação que não necessariamente vira boletim de ocorrência, mas interfere em escolhas, hábitos e na própria sensação de tranquilidade.

Os números por trás da sensação

Segundo a pesquisa “Os gatilhos da insegurança”, do Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada em 2026, 40,9% das mulheres deixaram de sair à noite no último ano por medo da violência. Mais da metade (56,8%) sente medo de circular à noite nas proximidades de casa, enquanto 82,6% temem ser vítimas de violência sexual.

Para as mulheres de BH, assim como para as brasileiras de outras cidades, esses dados ajudam a dimensionar uma preocupação que atravessa diferentes momentos da rotina. E o receio nem sempre termina quando a porta de casa se fecha. Para quem mora sozinha ou enfrenta alguma situação de insegurança dentro do próprio lar, a proteção também precisa ser pensada da porta para dentro.

Quando a tranquilidade também começa em casa

A segurança costuma ser associada aos riscos encontrados na rua, no estacionamento ou no caminho de volta para casa. Mas o ambiente doméstico também faz parte dessa equação. Para quem mora sozinha, situações cotidianas como receber uma encomenda, atender à porta ou chegar em casa à noite podem vir acompanhadas de cuidados adicionais.

Não se trata de viver permanentemente em estado de alerta, mas de criar condições para que a casa cumpra justamente o papel que se espera dela: ser um lugar onde seja possível se sentir protegida e relaxar.

É nesse contexto que a tecnologia aplicada à segurança residencial vem ampliando as alternativas disponíveis, com recursos que combinam prevenção, monitoramento e formas discretas de pedir ajuda.

Tecnologia a favor de quem quer viver com mais tranquilidade

A segurança residencial deixou de estar associada apenas a grades, câmeras e alarmes sonoros. Novas tecnologias permitem que os sistemas também atuem de maneira discreta, inclusive em situações nas quais chamar a atenção pode representar um risco adicional.

Empresa de BH com mais de 30 anos de atuação e mais de 140 mil clientes atendidos, a Emive incorporou ao sistema de alarme monitorado recursos voltados a esse tipo de situação.

Botão de pânico silencioso: com dois toques, um alerta é enviado à Central de Monitoramento 24h da Emive sem emitir um aviso perceptível para quem está por perto. O recurso pode ser utilizado em situações nas quais uma reação visível aumentaria a exposição ao risco.

Senha de coação: quando digitada, aparenta desarmar o sistema normalmente, mas envia um alerta discreto à Central de Monitoramento. É uma alternativa para situações em que a pessoa precisa sinalizar que está em risco sem demonstrar que pediu ajuda.

Além do monitoramento 24 horas, o sistema envia notificações pelo aplicativo, que também permite armar e desarmar o alarme e acompanhar os alertas à distância.

Botão de pânico silencioso e senha de coação permitem enviar alertas à Central de Monitoramento sem chamar a atenção de quem está por perto. Crédito: Imagem Gerada por IA

Devolver o que o medo tira

Se a insegurança interfere em decisões tão cotidianas quanto escolher um caminho, sair à noite ou simplesmente chegar em casa, pensar em proteção também significa buscar formas de reduzir esse estado permanente de atenção.

A tecnologia não elimina os riscos nem substitui outros cuidados, mas pode acrescentar novas possibilidades de prevenção e resposta. Recursos visíveis ajudam a inibir ameaças, enquanto ferramentas silenciosas permitem acionar ajuda justamente quando chamar a atenção não é uma alternativa segura.

É nessa combinação que a segurança residencial pode contribuir para algo que vai além dos equipamentos: criar condições para que as mulheres recuperem parte da tranquilidade que a insegurança retira da rotina.

Na Emive, essas soluções estão integradas ao sistema de alarme monitorado, com acompanhamento 24 horas pela Central de Monitoramento. A empresa também oferece um estudo de segurança gratuito para avaliar as necessidades de cada residência.

Para conhecer os recursos e entender como funcionam as soluções de segurança voltadas às mulheres, acesse lp.emive.com.br/seguranca-mulher.

Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em caso de emergência.