Pesquisa nacional aponta a proteção do entorno como prioridade na escolha de um imóvel; em Belo Horizonte, recursos tecnológicos ajudam a acompanhar a casa à distância
A rotina doméstica envolve cuidados com os moradores, os animais de estimação e o patrimônio, inclusive nos períodos em que o imóvel fica vazio
Entre o trabalho, os compromissos pessoais e a rotina escolar dos filhos, quem vive em Belo Horizonte passa parte do dia longe de casa. Nesse intervalo, dúvidas sobre ter fechado ou não a porta, as janelas e o bem-estar de quem ficou na residência podem acompanhar os moradores, especialmente quando o imóvel permanece vazio por várias horas.
A preocupação com a proteção do lar também aparece na hora de escolher onde viver. A pesquisa Retratos do Morar, realizada pela Ipsos-Ipec em parceria com o Grupo QuintoAndar, em 2025, ouviu 2.485 pessoas com 18 anos ou mais, das classes A, B e C, em diferentes regiões do país. Para 53% dos participantes, a segurança e a tranquilidade do local estão entre as prioridades na escolha de um imóvel. O acesso a serviços e comércio foi citado por 26%.
Embora os números sejam nacionais, eles ajudam a contextualizar uma preocupação que também faz parte da rotina de quem vive na capital mineira: como cuidar da residência mesmo quando não há ninguém por perto.
A preocupação com a residência não se limita à escolha do imóvel. A pesquisa Medo do crime e eleições 2026: os gatilhos da insegurança, realizada pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que o receio de sofrer violência também interfere na rotina dos brasileiros. Segundo o levantamento, 76,1% das pessoas com 16 anos ou mais têm medo de ter a casa invadida.
Diante dessas preocupações, os recursos de segurança eletrônica oferecem formas de monitorar a residência à distância. Sensores, câmeras conectadas e centrais de monitoramento permitem receber alertas e verificar o que acontece no domicílio, enquanto protocolos de atendimento orientam a resposta a ocorrências.
Nesse sentido, atua a Emive, empresa de Belo Horizonte com mais de 30 anos de atuação e 140 mil clientes atendidos.
A companhia reúne recursos de monitoramento eletrônico. Entre eles está o Sistema de Alarme Monitorado, que integra equipamentos, sensores e câmeras ao acompanhamento da Central de Monitoramento 24 horas. Ele funciona da seguinte forma: quando um alerta é acionado, a equipe acompanha a ocorrência e segue os protocolos de atendimento, que incluem a comunicação com os contatos indicados pela pessoa responsável.
Já o SuperApp Emive permite armar e desarmar o equipamento, receber notificações e consultar imagens e alertas pelo celular, mesmo à distância. As câmeras inteligentes, por sua vez, utilizam inteligência artificial para identificar a presença de indivíduos que não estejam na lista de autorizados e enviar avisos em tempo real. O procedimento também conta com diferentes canais de comunicação com a central, incluindo internet cabeada e Wi-Fi, chip de dados e linha telefônica, além de uma bateria própria que permite manter o funcionamento em caso de queda de energia.
A tecnologia não elimina todos os riscos nem substitui outras medidas de cuidado, mas pode ajudar a mudar a maneira como os moradores lidam com a proteção do lar. Em vez de depender apenas da memória para conferir se uma porta foi trancada ou da presença de alguém no imóvel, é possível contar com recursos de acompanhamento e protocolos de resposta a alertas.
“Proteger uma casa vai além de preservar um imóvel. É cuidar de quem vive ali, de quem chega, de quem fica e da rotina que a família construiu em conjunto. Quando tecnologia e monitoramento assumem parte desse cuidado, as pessoas conseguem trabalhar, viajar e descansar com mais leveza. Queremos que as famílias vivam essa tranquilidade todos os dias, dentro e fora de casa”, afirma André Raeli, CEO da Emive&Co.
Para conhecer as soluções disponíveis e conversar com um especialista sobre as necessidades de cada habitação, acesse a página da Emive: lp.emive.com.br