Rua Sagarana - São Pedro
Rua Sagarana, 184 São Pedro - Belo Horizonte/MG
Dia 31/01/2026
Sáb | 15:00 - 21:00
Bloco do Kechimba leva ritmos latinos e fantasias ao bairro São Pedro na abertura do Carnaval Latino em Belo Horizonte
O pré-carnaval de Belo Horizonte ganha novos sons, cores e narrativas com o Bloco do Kechimba – Mitos e Leyendas, que abre oficialmente o Carnaval Latino na capital mineira. O cortejo acontece no dia 31 de janeiro, com concentração às 15h e início do desfile às 16h, no bairro São Pedro, reforçando a rua como espaço de encontro, identidade e celebração cultural.
Com a proposta de valorizar as raízes latino-americanas, o Kechimba reúne migrantes, brasileiros e apaixonados pela latinidade em uma experiência coletiva e pulsante. O bloco aposta em ritmos como reggaetón, salsa, cumbia, merengue e outras sonoridades latinas, conduzidas por uma bateria que promete manter a energia do começo ao fim do desfile.
O tema deste ano, Mitos e Leyendas, convida o público a participar ativamente da festa. Fantasias coloridas, referências simbólicas e liberdade de expressão fazem parte da proposta, reforçando o caráter diverso e inclusivo do bloco. A ideia é transformar o espaço urbano em palco de música, dança e narrativas que atravessam fronteiras e histórias.
O cortejo segue até as 20h e marca simbolicamente o início do Carnaval Latino em BH, dentro de um período que antecede os dias oficiais da folia. Inserido no calendário do pré-carnaval da cidade, o Bloco do Kechimba dialoga com o crescimento e a pluralidade do Carnaval belo-horizontino, que a cada ano amplia estilos, públicos e formas de ocupação cultural.
A participação é gratuita, mediante confirmação de presença pelo Sympla, o que ajuda na organização do evento e no fortalecimento do bloco. Antes do desfile, também serão vendidos kits de Carnaval, cuja renda contribui diretamente para a realização do cortejo e para a manutenção da cultura latina nas ruas da cidade.
Em um Carnaval que começa muito antes do feriado, o Kechimba reforça que a festa nasce do corpo, do som e da coletividade — e que a rua segue sendo o principal território da celebração.