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Filarmônica apresenta 'Elias', o mais importante oratório de Mendelssohn

Sala Minas Gerais

Filarmônica apresenta 'Elias', o mais importante oratório de Mendelssohn

Evento encerrado

Data

23/06 até 24/06

Qui, Sex | 20:30 - 22:00


Créditos da imagem: Eugênio Sávio

Os 175 anos da morte de Felix Mendelssohn são lembrados pela Filarmônica de Minas Gerais com seu mais importante oratório, Elias, uma das obras corais mais marcantes do Romantismo. As apresentações serão realizadas nos dias 23 e 24 de junho, às 20h30, na Sala Minas Gerais, com a regência do maestro Fabio Mechetti, Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra, e com a participação de importantes solistas nacionais: as sopranos Marly Montoni e Nívea Freitas, a alto Kismara Pezzati, o tenor Daniel Umbelino, o baixo-barítono Licio Bruno e o Coral Lírico de Minas Gerais, com regência de Lara Tanaka. Os ingressos estão à venda no site da Filarmônica e na bilheteria da Sala Minas Gerais.

Para o maestro Fabio Mechetti, “dentre as centenas de obras escritas por Mendelssohn em sua curta vida, o Elias se destaca como uma de suas verdadeiras obras-primas. Nela, Mendelssohn aplica o rigor da escrita pós-clássica a um tema bíblico, dando-lhe também um sentido dramático, às vezes até operístico, que faz com que esse magnífico oratório seja considerado um dos mais marcantes já escritos. A escrita coral é desafiadora e, ao mesmo tempo, exemplar, oferecendo ao coro um papel extremamente importante na efetividade da obra. Os solistas têm também papel diferenciado, ora como um típico quarteto contrastante, ora como personagens dentro de uma narrativa que utiliza elementos do Velho Testamento. Mendelssohn consegue, neste oratório, escrever algumas de suas melodias mais pungentes, assim como seções corais dignas dos mestres do Barroco, quando o gênero foi desenvolvido e aperfeiçoado”. 

Mechetti ressalta, ainda, que “a relevância da obra nos dias de hoje vai além de sua perfeição estética. Àqueles que são mais religiosos, ela relembra a potência da devoção e da fé na força divina. A todos os outros, ela traz à tona a eterna questão da manipulação do povo por ídolos suspeitos, assim como a disseminação e crença em falsidades quando a verdade é clara e absoluta. Com mais de cem músicos, cantores e solistas no palco da Sala Minas Gerais, essa apresentação promete ser uma das mais memoráveis da história da Filarmônica”.

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