Empresa municipal afirma que artistas nacionais não receberam recursos públicos durante o Carnaval na capital
Empresa afirma que não houve pagamento a artistas nacionais e que recursos foram direcionados a blocos da cidade
A Belotur afirmou nesta quarta-feira (18) que a Prefeitura de Belo Horizonte não pagou cachê a artistas de projeção nacional no Carnaval deste ano. Segundo a empresa, cerca de R$ 6 milhões foram destinados a blocos de rua, escolas de samba e blocos caricatos.
De acordo com a Belotur, o recurso público foi direcionado à estrutura dos cortejos, incluindo organização e apoio operacional. A empresa informou que artistas como Nattan, Luísa Sonza e Zé Felipe se apresentaram na capital sem receber pagamento do município.
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O debate ganhou força após a estreia do Bloco Marinada, liderado por Marina Sena, no domingo (15). O desfile ocorreu na região da Pampulha, no entorno do Mineirão, e reuniu grande público.
A organização estimou cerca de 400 mil pessoas. Prefeitura e Polícia Militar não divulgaram números oficiais.
Parte dos foliões relatou atraso no início da apresentação e dificuldades para circular e acessar pontos de hidratação. A Belotur afirmou que o público superou a expectativa inicial.
Segundo a empresa, coube ao município coordenar trânsito, segurança e limpeza urbana. A escolha do entorno do estádio, informou a gestão, considerou a capacidade da área para receber grande fluxo e envolveu planejamento com forças de segurança.