Com 92% de aprovação, festival consolida sua maior edição na capital e agora levará arte e cultura para Diamantina, Divinópolis e outras cidades
A mensagem ‘BHÉ NOSOTROS’ ilumina a capital mineira durante a 5ª edição da Festa da Luz, celebrando a união e a cultura latino-americana
Mais de 300 mil pessoas participaram da 5ª edição da Festa da Luz, realizada entre 25 e 28 de junho em Belo Horizonte. Com o tema “O Brasil é América Latina”, o festival ocupou o centro da cidade com 12 instalações inéditas, música e debates, consolidando sua maior edição até hoje.
Após o sucesso na capital, o projeto iniciará uma circulação por seis cidades mineiras: Diamantina, Divinópolis, São João del-Rei, Sete Lagoas, Teófilo Otoni e Varginha. As datas serão anunciadas em breve.
Uma pesquisa preliminar da Quaest confirmou a boa recepção do público. O levantamento mostrou que 92% dos entrevistados recomendariam o evento, enquanto 86% destacaram a segurança. O potencial turístico também foi evidenciado, com 21% dos participantes vindo de fora de Belo Horizonte.
O estudo aponta ainda que 69% pretendiam gastar mais de R$ 50 e 93% frequentaram o festival acompanhados. “Conseguimos ver o quanto o evento mobiliza, mas ter esse resultado tangível nos impulsiona para as próximas edições”, comenta Gustavo Campos, gestor da Associação Cultural Casinha.
Juliana Flores, diretora executiva artística do festival, celebrou os resultados. “Essa não foi apenas a maior edição, mas também a melhor. O retorno que recebemos do público foi muito emocionante”, afirmou.
Cristiana Kumaira, diretora de Comunicação e Marketing da Cemig, patrocinadora da iniciativa, destacou a descentralização do projeto. “A Cemig fica muito feliz em proporcionar que, além de Belo Horizonte, a Festa da Luz também seja realizada em várias cidades, ampliando o acesso às práticas culturais”, ressaltou.
Um dos símbolos desta edição foram as esculturas infláveis “Filhos do Sopro”, da artista Fefê Talavera. Outro destaque foi a ocupação ampliada do Parque Municipal, que abrigou instalações como “Dance Flowers”, do coletivo francês Spectaculaires, e “Rios Voadores”, de Roberta Carvalho.
O público também interagiu com a obra “Céu em Nós”, de Rafael Ski, e com o videogame urbano “Planta Baixa: o lúdico arquitetado”, projetado na fachada da antiga Rede Ferroviária. O videomapping no Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação, voltou a atrair centenas de pessoas.
A programação musical registrou lotação em vários pontos, com o palco Rádio Améfrica, os encontros do MUMA – Música e Mapping e o show de encerramento da Academia da Berlinda. O Espaço Cemig ofereceu palestras e atividades formativas gratuitas durante os quatro dias de evento.
“O grande valor da Festa da Luz é ser um festival de arte popular para todos, mas que não é algo só para foto, é algo que provoca, que emociona, que encanta, que faz refletir”, complementa Dalila Bastos, diretora executiva de Produção.
O festival é realizado pela Associação Cultural Casinha, Dalila Bastos, Híbrido Comunicação e Cultura e Pública, com patrocínio exclusivo da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.