Cultura

Música eletrônica é o som da vez

Festa Buddha Bar traz para BH o DJ Ravin com sets longos e vibrantes


Créditos da imagem: Divulgação
DJ Ravin se apresenta na festa Buddha Bar no dia 18

Redação Sou BH

|
20/01/15 às 18:14
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Por Camila de Ávila jornalista Sou BH

No dia 18 de outubro, sábado, Belo
Horizonte será a pista para oito horas de som de música eletrônica. É a festa
Buddha Bar que terá como atração principal do DJ Ravin. O evento será no Centro Hípico Vale do Sol – Chevals, a partir das 16h. Nascido e criado na Ilha
Maurício, no Oceano Índico, Ravin foi para a Europa ainda adolescente e chegou
a trabalhar em uma loja de discos em Paris. Ele faz o que se pode chamar de
música eletrônica exótica. Sua principal característica são os sets longos e
com variações tonais que abusam das músicas orientais. Muito intenso, o som de
Ravin é forte e vibrante.

O
DJ Carlos Kroeff, de Belo Horizonte, conta que a capital mineira é um lugar
onde a balada eletrônica é intensa. “Há todo tipo de balada eletrônica que
agrada todos os gostos. Alguns lugares já se tornaram referência!
Particularmente gosto para dançar a balada da Provocateur, que além do lugar
ser incrível, sempre traz a nossa cidade DJs consagrados e DJs de novas
tendências”, conta.

Outro
lugar que apresenta um som bacana é o Itatiaia Radio Bar. DJ Kroeff cita também
o Secreto como uma ótima opção para as quintas, pois além de balada reservada,
valoriza os bons DJs locais. “A pré-balada da Pizzaria Marília também é uma
ótima opção, que conta agora com um espaço refinado e aconchegante com música
ambiente fantástica”, avalia.

Para
quem não é profundo conhecedor de baladas eletrônicas DJ Carlos Kroeff diz que
uma balada boa é aquela “que você vai, faz novos amigos, fica até acabar, pois a
música está boa e vive momentos memoráveis”, conta.  Há dois tipos de festas eletrônicas, as open air ou as em boate. Segundo Carlos, festa com DJ renomado e/ou bacana é também
quesito avaliador de uma boa balada eletrônica.

Os DJs

O
perfil dos profissionais da música eletrônica mudou muito. “Antes os DJs
ficavam em cabines escondidas nos Night
Clubs
, hoje ficam em palco com holofotes”, ressalta. Ele diz que há muitos
DJs que seguem diferentes vertentes musicais, do deep house ao techno. “Eu não
tenho um favorito, tenho alguns da atualidade que, a meu ver, se destacam pelo
profissionalismo e seriedade que conduzem seu trabalho. Agora a nível mundial,
temos DJs que levam multidões por onde passam. Hardwell, Swedish House Mafia,
Calvin Harris, Afrojack Steve Aoki são alguns dos nomes que arrastam milhares
de fãs por onde se apresentam”, conta.