Capital mineira aparece entre as cidades onde a cesta básica mais compromete a renda de quem vive com salário mínimo
Levantamento do Dieese mostra que capital mineira está entre as cidades onde a alimentação mais pesa no bolso de quem recebe salário mínimo
Em Belo Horizonte, quem recebe um salário mínimo precisou trabalhar 100 horas e 1 minuto em fevereiro para pagar a cesta básica. O número mostra, em tempo, o peso que a alimentação ainda tem no orçamento.
Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Dieese em parceria com a Conab. O levantamento acompanha o preço dos alimentos nas capitais e calcula quantas horas de trabalho são necessárias para cobrir essa despesa.
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Na prática, a conta é simples: uma parte grande do mês vai embora só com itens básicos de alimentação. Em fevereiro, a cesta custou R$ 736,86 em BH.
Ou seja, antes de pensar em aluguel, transporte, contas da casa e remédios, o salário já sente o impacto do mercado.
Belo Horizonte aparece na nona posição entre as capitais com maior tempo de trabalho necessário para comprar a cesta básica. No topo do recorte estão São Paulo (115h45), Rio de Janeiro (112h14) e Florianópolis (108h14).
Na sequência, aparecem: