Safer Tag é uma das tecnologias aceleradas no FIEMG Lab
Com o objetivo de promover a
saúde e o bem-estar dos consumidores brasileiros, e quem sabe até estrangeiros,
a cientista de alimentos Marcella Rocha Franco, 27 anos, desenvolveu uma etiqueta
capaz de identificar se a carne de frango está própria para consumo ou não. O grupo AS 31 é uma das spin-offs participantes
do FIEMG Lab, que nomeou a tecnologia dos adesivos como SAFER TAG.
Com a tecnologia dos adesivos, o
consumidor pode verificar, ainda embalado no supermercado, se o produto está
ideal para ingestão. “Hoje o produto funciona em frangos, mas a tecnologia tem
uma ampla faixa de operação e pode ser otimizada e aplicada em outros grupos de
alimentos perecíveis”, explica Marcella.
O projeto começou há três anos,
durante o trabalho de conclusão de curso da belo-horizontina Marcella, que hoje
é mestre em Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de Ouro Preto. A
cientista faz parte de um grupo de pesquisa do departamento de física dentro da
UFOP, o Laboratório de Polímeros e Propriedade Eletrônica de Materiais (LAPEM).
Completando o trio que fica à frente do projeto, está o professor e coordenador
do laboratório, Rodrigo Bianchi, e a engenheira de alimentos e pesquisadora,
Luciana Rodrigues da Cunha.
Atualmente, com a parceria do
FIEMG Lab, programa que transforma tecnologia em produto para o mercado, o
grupo busca parceiros para testes em escala industrial, para em seguida fazer
os reparos necessários.