Economia

Prefeitura promete fim da dívida com a saúde e pagamento de R$ 67 milhões para 2018

Em decorrência da quitação dos débitos, Alexandre Kalil ainda prevê contratação de médicos


Créditos da imagem: Amira Hissa/ PBH

Redação Sou BH

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13/11/17 às 19:05
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Amira Hissa/ PBH

A Prefeitura de Belo Horizonte
vai quitar integralmente débitos em atraso da área da Saúde, no valor de R$
67.025.727,63. É o que prometeu o prefeito
Alexandre Kalil (PHS) em anúncio feito nesta segunda-feira (13) na sede da PBH junto com os secretários
da Fazenda, Fuad Jorge Noman Filho, e da Saúde, Jackson Machado Pinto. 

De acordo com a prefeitura, a adoção dessas medidas só foi possível por causa
da economia de recursos resultante dos ajustes para a contenção de despesas,
como a reforma administrativa e a renegociação de contratos, além de melhorias
na arrecadação implantadas pela PBH desde o início do ano
(confira na tabela
abaixo)



Hoje, como resultado dessas ações, o município está em dia com o pagamento dos
salários dos servidores e com os pagamentos dos valores devidos aos prestadores
de serviços e fornecedores das demais áreas administração municipal.  

Débitos 

Desde o início deste ano, a prefeitura já regularizou R$ 199.794.028,65
referentes às dívidas da Saúde nos exercícios de 2014, 2015 e 2016. Segundo o
secretário de Fazenda, o valor remanescente, de R$ 67.025.727,63, será quitado
a partir de agora, por meio do Plano de Regularização/Quitação das dívidas
remanescentes na área da saúde anunciado hoje (veja quadro
abaixo)
. Na área de Obras, a dívida de R$ 52 milhões já foi integralmente paga.

“Quando chegamos à prefeitura, encontramos uma situação de dívidas
significativas da administração. Em novembro e dezembro, vamos quitar entre 30%
e 40% dessa dívida. E no primeiro trimestre de 2018, vamos pagar o total da
dívida”, informou o secretário Fuad Noman. 

De acordo com o secretário de Saúde, a quitação da dívida vai resultar na
melhoria do atendimento à população, uma vez que o fornecimento de medicamentos
e insumos vai ser normalizado, com a possibilidade também da contratação de
mais profissionais de saúde. “Nós não vamos precisar cortar pessoal para o
pagamento desses R$ 67 milhões. Pelo contrário, em breve devemos contratar
médicos, principalmente, para cobrir as UPAs, pois entendemos que sempre
precisamos de mais profissionais para prestar o atendimento”, salientou. 

Com PBH