FecharX

Chef Ju Duarte, da Cozinha Santo Antônio, ensina receita de canjiquinha

Preparo leva costelinha de porco, que pode ser substituída por frango, linguiça, legumes variados ou até mesmo um ovo



Créditos da imagem: Divulgação
Main canjiquinha prancheta 1
Belo Horizonte, o acompanhamento mais tradicional é a costelinha de porco, como ensina a chef Ju Duarte
Redação Sou BH
21/08 às 11:31
Atualizado em 21/08 às 11:31

A canjiquinha é velha amiga dos mineiros. Em outras regiões do país, também é conhecida por quirera de milho ou péla égua. Mas a essência é a mesma: milho triturado grosseiramente até se esfarelar. Em Belo Horizonte, o acompanhamento mais tradicional é a costelinha de porco, como ensina a chef Ju Duarte, da Cozinha Santo Antônio, com a receita “Canjiquinha de milho criolo com costelinha”. Quem quiser pode escolher o acompanhamento que bem entender: frango, linguiça, galetinho de pele crocante, legumes variados ou até mesmo um ovo.

“Canjiquinha de milho criolo com costelinha”

Ingredientes: 

  • 200g de canjiquinha
  • 1 cebola cortada em cubinhos
  • 1 dente de alho picadinho
  • 2 tomates sem pele e semente emcubos
  • 1 litro de fundo de legumes, carne ou frango
  • 50 g de manteiga gelada
  • 100 gramas de queijo da canastra ralado

Preparo:

Dourar a cebola, o alho e o tomate. Acrescentar a canjiquinha e envolver. Acrescentar o fundo escolhido e deizar cozinhar até ficar ao dente. Finalizar com a manteiga e o queijo.

A chef Ju Duarte

Juliana é uma cozinheira, historiadora e pesquisadora da história da gastronomia mineira. Mas antes disso tudo trabalhava na publicidade enquanto paralelamente estudava gastronomia e vendia seu disputado paté na Feira Fresca. Do seu jeito, vem fazendo comida com história e afeto, transformando algo aparentemente banal em “extraordinário”. Comida que valoriza a cultura alimentar mineira e que faz bem para o corpo e para a alma. Ela comanda a Cozinha Santo Antônio, em BH, que fica em uma esquina charmosa, em um dos bairros mais tradicionais da cidade. A Cozinha Santo Antônio chama atenção logo de cara pela arquitetura. Ao mesmo tempo mineira e cosmopolita, com garimpos e peças de design e uma imponente e acolhedora cozinha aberta. A Cozinha Santo Antônio tem por principio o respeito à sazonalidade dos ingredientes, por isso o cardápio muda de acordo com o que se tem de mais fresco e gostoso para cozinhar. Os insumos são orgânicos, de origem e chegam através de pequenos produtores.