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Tradicional restaurante de BH fecha as portas

Anúncio acontece dias depois de Kalil restringir o funcionamento de bares e restaurantes ao esquema delivery



Créditos da imagem: Divulgação
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No comunicado aos clientes, que já conta com mais de 700 comentários e 2.000 curtidas no Instagram, os proprietários informaram que vão funcionar como delivery de almoço até domingo (14)
Redação Sou BH
10/03 às 11:07
Atualizado em 10/03 às 11:13

Um dos restaurantes mais tradicionais de comida mineira da região do Barreiro, em Belo Horizonte, o Celeiro de Minas anunciou que não resistiu ao “abre e fecha de segmentos não essenciais” e que vai encerrar as atividades a partir de segunda-feira (15).

"A gastronomia fora do lar vem sofrendo, desde o início da pandemia, com instabilidades comerciais, que não mais asseguram a permanência daqueles que assumem responsabilidades em sua grandeza, se tornando insustentável com o abre e fecha de segmentos 'não essenciais'", relata os proprietários do estabelecimento em publicação nas redes sociais.

Localizado na avenida Sinfrônio Brochado, no Barreiro de Baixo, o restaurante ocupa um casarão e servia diariamente um buffet completo de almoço. "É o fim de um ciclo, no qual temos a certeza de que cumprimos nossa missão! E que seja um até breve! Um intervalo de trabalhos, para que possamos nos reorganizar e retornarmos com adequações comerciais, de um tempo que nos desafia a transformações".

No comunicado aos clientes, que já conta com mais de 700 comentários e 2.000 curtidas no Instagram, os proprietários informaram que vão funcionar como delivery de almoço até domingo (14).


Crise também contribuiu para o fechamento de outros restaurantes da capital

Um dos mais tradicionais restaurantes italianos da capital, o Vecchio Sogno, fundado há 25 anos pelo chef Ivo Faria, anunciou no dia 19 de janeiro o fechamento de suas portas. Por meio de comunicado, o estabelecimento afirmou que a “instabilidade econômica” foi o fator que gerou o fim.

Em agosto do ano passado, a Cafeteria Benzadeus, que funcionou durante 12 anos, anunciou o encerramento das atividades. Pela rede social, a gerência alegou dificuldades econômicas em decorrência da pandemia.

Em julho dois estabelecimentos fecharam as portas: Dona Tomoko, no Sion, e Alma Chef, em Lourdes. No início de junho, A Favorita, outro tradicional restaurante do Bairro de Lourdes, também saiu definitivamente de cena.