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Conheça Minas no Memorial

Visite o museu e conheça um pouco mais sobre a história e a arte do Estado


Créditos da imagem: Divulgação
Memorial Minas Gerais Vale revela memórias e tradições da história mineira

Redação - SouBH

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17/10/14 às 18:26 - Atualizado em 06/02/26 às 16:54
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Na
esquina da Praça da Liberdade com a rua Gonçalves Dias, em uma construção em
tons de amarelo, o Memorial Minas Gerais Vale revela memórias e tradições da
história mineira. Aberto em 2010, criado e mantido pela Vale por meio de sua
Fundação, o museu integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, junto com
outros 11 equipamentos culturais.

Quem
passa pelo lado de fora não imagina o que pode encontrar depois de alguns
degraus de escada. Já no primeiro pavimento (o Memorial é dividido em três),
diversas mídias se encontram para mostrar um pouco da vida e obra de artistas
mineiros. Lygia Clark, Carlos Drummond de Andrade e Sebastião Salgado ganham instalações
só deles, além do ipê rosa florido, localizado no centro de uma das salas,
representando os Sertões de Guimarães Rosa.

É
nesse piso também que se encontram os espaços de convivência: o Café Memorial,
com mostras de cachaça, além de bolos, pães de queijo, e outros quitutes
mineiros, e a Midiateca, com um acervo de documentários, curtas-metragens,
músicas de compositores clássicos e muitos outros vídeos sobre cultura,
história, política e literatura.

Subindo
um pouco mais, o visitante é conduzido a uma viagem pelos elementos da história
mineira. Cidades e vilas em miniatura, objetos antigos, pinturas rupestres: a
história é contada de uma forma visual incrível, que aproxima o público dos
elementos que constituem a identidade mineira.

Nesse
piso, não se pode deixar de visitar a “Casa da Ópera”, sala inspirada na casa
de Ouro Preto, onde nasceram importantes práticas artísticas mineiras. Outra
que merece um pouquinho mais de atenção é a sala “O Povo Mineiro”. É lá dentro
que os amantes por história vão entender de um jeito interativo a formação do
povo mineiro a partir dos outros povos que influenciaram a cultura de Minas.


no terceiro piso, todo cuidado é pouco para não perder os detalhes e a
delicadeza de cada sala. A “Vale do Jequitinhonha”, por exemplo, armazena
diversos exemplares das cerâmicas produzidas pelos artesãos do Jequitinhonha.
Tem peças lindas que deixam o visitante com vontade de levar tudo para casa. Já
a “Celebrações” reúne manifestações culturais mineiras como artesanato,
bordado, viola caipira, batuque de tambores, rituais sagrados e todo o colorido
e vitalidade mineiras.

Ainda
no terceiro piso, a sala “Modernismo Mineiro” se inspira nas curvas de Oscar
Niemeyer, com uma mesa interativa que apresenta referências do arquiteto,
estilos e conceitos ligados ao tema. Por fim, a sala “Vale” permite que o
visitante seja inserido no acervo vivo do Memorial, deixando sua foto junto a
figuras ilustres da história mineira.

O
interessante da visita é que não há uma sequência: é possível começar a visita
no primeiro piso, partir para o terceiro, e voltar passeando pelo segundo,
revisitando o primeiro. Não há regras, a não ser a de apreciar as belezas de
Minas.

O
Memorial Minas Gerais Vale funciona de terça-feira a domingo, com horários
distintos: terças, quartas, sextas-feiras e sábados, das 10h às 17h30, com
permanência até 18h. Quintas-feiras, das 10h às 21h30, com permanência até 22h.
Domingos, das 10h às 15h30, com permanência até 16h.