De BH a cidades históricas, estado reúne palácios, ruas de pedra e jardins que lembram o clima de romances de época
A imponência do Palácio da Liberdade, com sua alameda de palmeiras, remete aos grandiosos cenários europeus da série.
A febre da série “Bridgerton” despertou em muitos o desejo de viver, mesmo que por um instante, em um cenário de bailes, jardins e romances. Para os fãs que moram ou visitam Minas Gerais, a boa notícia é que não é preciso cruzar o oceano para encontrar essa atmosfera.
De BH às cidades históricas a poucas horas da capital, não faltam construções imponentes, ruas de pedra e jardins perfeitos para um passeio com estética de série. Então, caro e gentil leitor, confira abaixo as indicações!
Com sua arquitetura neoclássica e jardins de inspiração europeia, o Palácio da Liberdade é o cenário perfeito para um baile da alta sociedade. Seus salões decorados, escadarias monumentais e vitrais belgas transportam os visitantes diretamente para uma residência nobre europeia.
Caminhar pelas ruas de pedra de Ouro Preto é como entrar em uma máquina do tempo. Os casarões coloniais com suas sacadas de ferro, as igrejas barrocas e as ladeiras charmosas compõem um cenário ideal para os dramas e romances de “Bridgerton”. Cada esquina revela um detalhe que poderia servir de fundo para uma conversa secreta ou uma declaração de amor.

Mais intimista que Ouro Preto, Tiradentes oferece um ambiente igualmente encantador e romântico. Suas ruas bem preservadas, o casario colorido e as charretes que percorrem o centro histórico criam a atmosfera de uma pequena vila da Regência. É o lugar perfeito para imaginar um passeio despretensioso dos personagens em um dia ensolarado.

Os parques eram pontos de encontro social na época retratada pela série. Em BH, o Parque Municipal cumpre essa função com seu coreto, lagos e alamedas arborizadas. O local é ideal para um piquenique ou uma caminhada, recriando as cenas de lazer e socialização ao ar livre que são comuns na trama.

Instalado no prédio histórico da Estação Central, inaugurado em 1922, o museu impressiona pela grandiosidade de sua arquitetura. O espaço remete às grandes estações de trem europeias do início do século 20, locais de chegadas e partidas que poderiam facilmente ser palco de encontros e despedidas emocionantes. A estrutura de ferro e o pé-direito alto dão um ar de imponência, perfeito para uma cena dramática com seus arcos e vitrais coloridos.
