Turismo

Trilha Verde da Maria Fumaça reúne patrimônio histórico, natureza e turismo de experiência em MG

Ecovia de 92 quilômetros passa por antigas estruturas ferroviárias, comunidades, sítios arqueológicos e cachoeiras na Serra do Espinhaço


Créditos da imagem: Divulgação/Rede Trilhas
Com percurso inicial em Diamantina, a trilha dura, em média, três dias e atravessa unidades de conservação da Serra do Espinhaço, cordilheira brasileira tombada como Reserva da Biosfera pela Unesco. Com percurso inicial em Diamantina, a trilha dura, em média, três dias e atravessa unidades de conservação da Serra do Espinhaço, cordilheira brasileira tombada como Reserva da Biosfera pela Unesco.
Maria Eduarda Araújo

Maria Eduarda Araújo

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16/09/26 às 14:37 - Atualizado em 16/09/26 às 16:17
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A Trilha Verde da Maria Fumaça, localizada no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, oferece uma experiência turística que combina patrimônio cultural, paisagens naturais e contato com comunidades locais. Com percurso inicial em Diamantina, a trilha dura, em média, três dias e atravessa unidades de conservação da Serra do Espinhaço, cordilheira brasileira tombada como Reserva da Biosfera pela Unesco.


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Percurso da Trilha Verde da Maria Fumaça

Situada no antigo ramal ferroviário que ligava Corinto a Diamantina, a ecovia possui 92 quilômetros e termina na cidade de Monjolos. No caminho, passa por Bandeirinha, Barão de Guaicuí, Mendes, Conselheiro Mata e Rodeador.

O turista pode realizar o percurso de forma autoguiada ou contratar um condutor turístico. O trajeto da trilha está disponível no site oficial da Trilha Verde da Maria Fumaça.

A rota faz parte dos 157 quilômetros da antiga estrada de ferro que ligava Diamantina a Corinto. O ramal foi desativado em 1973, por falta de incentivos políticos e econômicos.

Natureza e cultura fazem parte do trajeto

Durante o percurso, o turista encontra estruturas de arquitetura inglesa, comunidades religiosas, serras, sítios arqueológicos, cavernas, estações ferroviárias, galerias de cantaria e cachoeiras, como a Cachoeira das Fadas, a Cachoeira do Telésforo e a Cachoeira do Tombadouro.

Além das paisagens naturais, o trajeto permite o contato com a culinária típica mineira, com produções de queijo, vinho e cervejas artesanais oferecidas por restaurantes ao longo do caminho.