Quatro em cada dez brasileiras deixaram de sair à noite por medo; dados ajudam a dimensionar como a insegurança interfere na rotina feminina
Busca por segurança faz parte da rotina de mulheres em diferentes momentos do dia
Existem hábitos que fazem parte da rotina de muitas mulheres quase de forma automática. Mandar a mensagem “cheguei” no grupo da família. Conferir se a porta está trancada e, às vezes, voltar para conferir novamente. Escolher onde estacionar de acordo com a iluminação. Mudar o caminho ou pensar no trajeto antes mesmo de sair de casa.
Essas ações dificilmente aparecem nas estatísticas sobre violência, mas ajudam a revelar outro efeito da insegurança: o estado permanente de atenção. Uma preocupação que não necessariamente vira boletim de ocorrência, mas interfere em escolhas, hábitos e na própria sensação de tranquilidade.
Segundo a pesquisa “Os gatilhos da insegurança”, do Datafolha, encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada em 2026, 40,9% das mulheres deixaram de sair à noite no último ano por medo da violência. Mais da metade (56,8%) sente medo de circular à noite nas proximidades de casa, enquanto 82,6% temem ser vítimas de violência sexual.
Para as mulheres de BH, assim como para as brasileiras de outras cidades, esses dados ajudam a dimensionar uma preocupação que atravessa diferentes momentos da rotina. E o receio nem sempre termina quando a porta de casa se fecha. Para quem mora sozinha ou enfrenta alguma situação de insegurança dentro do próprio lar, a proteção também precisa ser pensada da porta para dentro.
A segurança costuma ser associada aos riscos encontrados na rua, no estacionamento ou no caminho de volta para casa. Mas o ambiente doméstico também faz parte dessa equação. Para quem mora sozinha, situações cotidianas como receber uma encomenda, atender à porta ou chegar em casa à noite podem vir acompanhadas de cuidados adicionais.
Não se trata de viver permanentemente em estado de alerta, mas de criar condições para que a casa cumpra justamente o papel que se espera dela: ser um lugar onde seja possível se sentir protegida e relaxar.
É nesse contexto que a tecnologia aplicada à segurança residencial vem ampliando as alternativas disponíveis, com recursos que combinam prevenção, monitoramento e formas discretas de pedir ajuda.
A segurança residencial deixou de estar associada apenas a grades, câmeras e alarmes sonoros. Novas tecnologias permitem que os sistemas também atuem de maneira discreta, inclusive em situações nas quais chamar a atenção pode representar um risco adicional.
Empresa de BH com mais de 30 anos de atuação e mais de 140 mil clientes atendidos, a Emive incorporou ao sistema de alarme monitorado recursos voltados a esse tipo de situação.
Botão de pânico silencioso: com dois toques, um alerta é enviado à Central de Monitoramento 24h da Emive sem emitir um aviso perceptível para quem está por perto. O recurso pode ser utilizado em situações nas quais uma reação visível aumentaria a exposição ao risco.
Senha de coação: quando digitada, aparenta desarmar o sistema normalmente, mas envia um alerta discreto à Central de Monitoramento. É uma alternativa para situações em que a pessoa precisa sinalizar que está em risco sem demonstrar que pediu ajuda.
Além do monitoramento 24 horas, o sistema envia notificações pelo aplicativo, que também permite armar e desarmar o alarme e acompanhar os alertas à distância.

Se a insegurança interfere em decisões tão cotidianas quanto escolher um caminho, sair à noite ou simplesmente chegar em casa, pensar em proteção também significa buscar formas de reduzir esse estado permanente de atenção.
A tecnologia não elimina os riscos nem substitui outros cuidados, mas pode acrescentar novas possibilidades de prevenção e resposta. Recursos visíveis ajudam a inibir ameaças, enquanto ferramentas silenciosas permitem acionar ajuda justamente quando chamar a atenção não é uma alternativa segura.
É nessa combinação que a segurança residencial pode contribuir para algo que vai além dos equipamentos: criar condições para que as mulheres recuperem parte da tranquilidade que a insegurança retira da rotina.
Na Emive, essas soluções estão integradas ao sistema de alarme monitorado, com acompanhamento 24 horas pela Central de Monitoramento. A empresa também oferece um estudo de segurança gratuito para avaliar as necessidades de cada residência.
Para conhecer os recursos e entender como funcionam as soluções de segurança voltadas às mulheres, acesse lp.emive.com.br/seguranca-mulher.
Se você ou alguém que você conhece está em situação de violência, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) ou 190 em caso de emergência.