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Estudos apontam que percentual de crianças infectadas pelo coronavírus é baixo

Maioria dos pacientes não apresentam os sintomas da doença, ou, caso presente, eles são leve, como um resfriado comum



Créditos da imagem: FamVeld / Shutterstock.com
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Redação Sou BH
29/03/20 às 17:00
Atualizado em 21/05/20 às 10:14

Com a chegada do novo coronavírus muitas dúvidas surgiram, especialmente sobre os efeitos da doença nas crianças. De acordo com estudos, a quantidade de menores infectados representa um percentual baixo em relação ao total de casos diagnosticados. 

Segundo a infectologista pediátrica Daniela Caldas Teixeira, a maioria dos pacientes não apresentam os sintomas da doença, ou, caso presente, eles são leve, como um resfriado comum. Porém deve-se tomar cuidado com as crianças que possuem alguma deficiência imunológica, como as que fazem tratamentos quimioterápicos, e as que são diagnosticadas com anemia falciforme ou com problemas pulmonares.

A especialista afirma que nesse momento, a ida a hospitais deve ser evitada ao máximo. “Caso a criança apresente sintomas leves, como coriza e tosse, mesmo que acompanhados de febre, é interessante evitar a procura imediata por atendimento, devido ao risco de exposição a pacientes infectados”, explica a médica. 

Em casos com sintomas mais leves a pediatra orienta que uma higienização nasal com soro fisiológico puro e a hidratação seja feita, e em caso de febre os antitérmicos devem ser utilizados. A procura por atendimento médico é aconselhada apenas em situações de agravamento dos sintomas, como dificuldade para respirar, fraqueza e sinais de desidratação.

Para evitar o contágio, os responsáveis e as crianças devem evitar locais fechados e aglomerações. As brincadeiras em ambientes abertos, devem ser feitas sempre que possível, e as mãos devem ser lavadas e higienizadas com álcool 70%.

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