Do Festival de Seresta em Santa Tereza a feiras e parques; montamos um roteiro com ótimas opções para aproveitar a cidade de graça
Complexo na Praça da Liberdade reúne diversos espaços com exposições e atividades gratuitas
Aproveitar o que Belo Horizonte oferece de melhor sem colocar a mão no bolso é uma escolha cada vez mais comum entre moradores e turistas. No feriado do Dia do Trabalhador, a cidade reúne uma programação diversa que combina música, memória e espaços públicos, com opções de passeios acessíveis e de qualidade.
Entre os destaques está o Festival Santa Seresta, que estreia nos dias 1º e 2 de maio no bairro Santa Tereza. A proposta resgata a tradição das serenatas com apresentações gratuitas a partir das janelas do Sobrado na Praça Duque de Caxias, criando uma experiência que dialoga diretamente com a memória afetiva da capital mineira.
Epicentro cultural de BH, o complexo na Praça da Liberdade reúne diversos espaços com exposições e atividades gratuitas. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e o Memorial Minas Gerais Vale, por exemplo, sempre contam com mostras de arte, tecnologia e história com entrada livre, sendo paradas obrigatórias.
Aos domingos, a Avenida Afonso Pena se transforma em uma das maiores feiras de artesanato a céu aberto do Brasil. Caminhar por suas barracas, observar a diversidade de produtos e sentir a energia da multidão é um programa clássico e totalmente gratuito. É um mergulho na cultura local, mesmo que você não compre nada.
Um oásis verde no coração da cidade. O Parque Municipal é ideal para uma caminhada tranquila, um piquenique ou simplesmente para relaxar à sombra de uma árvore. Seus jardins, coreto e pequenos lagos criam um cenário perfeito para uma pausa da rotina agitada do centro.
Para quem busca uma vista panorâmica de Belo Horizonte, o Mirante das Mangabeiras é o lugar certo. Localizado em uma área de preservação ambiental, o espaço oferece um dos cartões-postais mais bonitos da cidade, especialmente ao entardecer. O acesso à praça do mirante é livre.
Caminhar, correr ou pedalar pela orla da Lagoa da Pampulha permite apreciar o Conjunto Arquitetônico moderno, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco em 2016. Observar as obras de Oscar Niemeyer, como a Igrejinha de São Francisco de Assis e a Casa do Baile, é uma verdadeira aula de história e arquitetura ao ar livre.
Sentir os cheiros, ver as cores e ouvir os sons do Mercado Central é uma experiência sensorial única. Passear por seus corredores repletos de queijos, doces, cachaças e artesanato é um programa que revela a alma de Minas Gerais. A entrada é gratuita e o passeio vale por si só.