Tíquete médio vai a R$ 263, mas menos da metade dos consumidores irá presentear; brinquedos e roupas lideram a preferência de compras à vista
O Dia das Crianças impulsiona o comércio de BH, com expectativa de aumento nos gastos com presentes
O Dia das Crianças em BH deve movimentar o comércio com um gasto médio maior por presente em 2026. O consumidor de Belo Horizonte deve desembolsar, em média, R$ 263 por presente, alta de 27,2% em relação aos R$ 206,67 registrados em 2025.
Os dados são de um levantamento realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas. Apesar do aumento no valor médio, apenas 35,3% dos entrevistados disseram que pretendem presentear na data.
Entre os consumidores que vão às compras, os brinquedos aparecem como a principal escolha para o Dia das Crianças. Na sequência, estão roupas, calçados, cosméticos e produtos eletrônicos.
A pesquisa também aponta que mais da metade dos consumidores que pretendem comprar presentes deve fazer o pagamento à vista. Entre as opções disponíveis, o Pix é a principal forma de pagamento escolhida por esse grupo.
O levantamento mostra ainda que o aumento do gasto médio não significa que mais pessoas pretendem comprar presentes. A parcela de consumidores que afirmou que vai presentear permanece em 35,3% dos entrevistados.
Entre as pessoas que não pretendem comprar presentes no Dia das Crianças em BH, mais de 60% apontaram dois motivos principais.
O primeiro é não ter crianças no convívio. O segundo está relacionado às restrições financeiras, que também influenciam a decisão de não realizar compras para a data.
O resultado indica que, embora o valor médio previsto para os presentes seja maior, uma parte dos consumidores deve evitar gastos com a comemoração.
Para chegar aos resultados sobre as compras de Dia das Crianças, a pesquisa da Câmara de Dirigentes Lojistas ouviu 200 consumidores de Belo Horizonte.
As entrevistas foram realizadas entre 19 e 22 de agosto. O levantamento considerou os hábitos e as intenções de compra dos moradores da capital mineira para a data.
Com o aumento de 27,2% no tíquete médio, o consumidor que pretende presentear deve gastar mais neste ano. Ao mesmo tempo, brinquedos, roupas, calçados, cosméticos e eletrônicos aparecem entre as opções consideradas para as compras.