Educação

UFMG é a melhor federal do Brasil no Ranking de Xangai 2025

Universidade aparece ao lado da UFRJ entre as cinco primeiras do país no ARWU 2025


Créditos da imagem: Reprodução
UFMG Instituição ficou na faixa entre 501 e 600 melhores do mundo na edição de 2025

Ana Clara Parreiras

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25/08/25 às 17:07
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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foram apontadas como as melhores federais do Brasil no Ranking de Xangai 2025, divulgado na última semana. 

As duas instituições aparecem lado a lado no quarto lugar nacional, atrás da USP, Unesp e Unicamp.



O Ranking de Xangai, oficialmente chamado de Academic Ranking of World Universities (ARWU), avalia mais de 2.500 instituições de ensino superior no mundo e publica anualmente a lista das mil primeiras. Criado em 2003, é hoje um dos levantamentos de maior referência internacional.

No cenário global, a UFMG e a UFRJ foram classificadas na faixa entre as posições 501 e 600. A USP manteve a liderança brasileira, posicionando-se entre as 150 primeiras do mundo, enquanto Unesp e Unicamp aparecem no grupo de 401 a 500.

Outros desempenhos

O resultado de Minas Gerais reforça um ano de visibilidade para a UFMG em avaliações externas. A universidade já havia recebido destaque no ranking de sustentabilidade da Times Higher Education e no QS World University Rankings 2026, ambos publicados em junho.

Para a reitora Sandra Regina Goulart Almeida, a presença em diferentes levantamentos internacionais evidencia a consolidação da instituição, mas também aponta limites. 

Ela afirma que dimensões como extensão universitária e impacto social ainda são pouco consideradas em avaliações globais, apesar da relevância para países desiguais como o Brasil.

Como funciona o ranking

A metodologia do ARWU se baseia em indicadores de produção científica e impacto acadêmico. 

Entre os critérios estão o número de ex-alunos e professores laureados com o Nobel e a Medalha Fields, a quantidade de pesquisadores mais citados em suas áreas, artigos em periódicos de alto impacto como Nature e Science e desempenho relativo por pesquisador.


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