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Copa América aumenta risco de transmissão de sarampo

Torneio vai trazer ao Brasil torcedores de 99 países ao Brasil e Mineirão vai receber cinco partidas


Créditos da imagem: Gil Leonardi/Imprensa MG

Redação - SouBH

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31/05/19 às 17:00 - Atualizado em 06/02/26 às 16:35
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Belo Horizonte vai receber cinco
jogos da Copa América
e, segundo o comitê organizador, a estimativa é que
torcedores de 99 países venham ao Brasil para assistir à competição. Com esse
grande movimento de pessoas, o risco de transmissão de doenças infecciosas
aumenta. Uma das que mais preocupa, é o sarampo.

Só neste ano, o Ministério da
Saúde confirmou 83 casos da doença, além de uma endemia no Pará, região
Norte do Brasil. 

De acordo com a Unimed-BH, a
vacinação é a principal medida de controle e prevenção e deve ser feita até 15
dias antes da possível exposição a situação de risco – como a ida a um estádio
de futebol, por exemplo.       

Quem ainda não está imunizado
deve procurar um dos postos de saúde da capital e atualizar o cartão de
vacinas. Saiba como deve ser feita a
imunização e veja dicas da Unimed para se proteger.

Doses da vacina de sarampo:

• Aos 12 meses de idade: a criança deve receber a primeira
dose da vacina tríplice viral.

• Aos 15 meses de idade: a criança deve receber a segunda
dose com a vacina tetraviral (contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a
catapora/varicela) ou a vacina tríplice viral e a de varicela
monovalente.               
• De 02 a 29 anos: caso não tenha nenhum registro de dose da vacina tríplice ou
tetraviral, deve receber duas doses com intervalo de, no mínimo, 30 dias da
primeira dose. 

• De 30 a 49 anos: caso não tenha nenhum registro de dose da
vacina tríplice ou tetraviral, deve receber apenas uma dose. 

• Profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas e
outros), independentemente da idade: devem ter duas doses válidas da vacina
tríplice viral documentadas.

 

Dicas
importantes:        

– Higienize as mãos com água e sabão antes de cada refeição;   
– Use antisséptico à base de álcool, que pode ser uma alternativa à lavagem das
mãos em ambientes externos;
– Quando for tossir ou espirrar, cubra a boca com a parte interna do braço,
evitando, assim, a propagação de agentes infecciosos respiratórios;
– Evite ambientes de aglomeração de pessoas sem ventilação.

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