O texto de Laura Castro está entre os dez melhores. Se ganhar, ela vai ajudar a APAE
A Fundação Universitária Iberoamericana promove, entre os alunos do
curso de mestrado, o concurso “Publicação Solidária”. A disputa acontece
entre alunos de todas as unidades da universidade, que estão na Argentina, Colômbia,
México, Uruguai, Equador, El Salvador e República Dominicana. A publicitária Laura
Castro, belo-horizontina, aluna do mestrado de Direção Estratégia de Marketing,
é uma das dez finalistas do concurso. A votação no melhor texto é até o dia 30
deste mês e pode ser feita aqui.
Com o objetivo de ajudar ONGs na época de Natal, a Universidade convoca
seus alunos de mestrado para o concurso “Publicação Solidária”. Para
participar, os alunos devem presentear
com valores e ideias por meio de publicações em blogs, que inspirem
ações solidárias, iniciativas inteligentes para mudar problemas sociais,
ambientais, soluções para melhorar o mundo. Com este concurso a Universidade
tenta estimular a reflexão e a produção criativa dos alunos que façam a ponte
entre os temas sociais e solidários que despertem a solidariedade de todos.
Os ganhadores doam o prêmio para ONGs escolhidas por eles mesmos. O
primeiro lugar recebe três mil euros e o segundo, mil e quinhentos euros.
Laura, se ganhar o concurso, vai doar para APAE.
O texto de Laura fala sobre o preconceito com relação a uma doença.
Acompanhar de perto sua irmã com síndrome de Rubinstein permitiu que ela observasse
a reação das pessoas ao olharem para uma pessoa diferente. Felizmente, o
Facebook permitiu que sua mãe, Odette, pudesse compartilhar suas experiências
com centenas de pessoas, aproximando-as de uma realidade distinta. Ao
compreender as diferenças, nossos corações estarão abertos para aceitar e
ajudar os outros em seus caminhos. Fechar os olhos também nos levará a fechar
nossos corações.
A publicitária termina seu mestrado no final de 2015. Segundo Laura,
vencer este concurso é importante, pois vai sensibilizar o olhar das pessoas
para com os deficientes. “Poucas pessoas olham para os deficientes sem enxerga-los
como um problema. Ganhando este concurso, pretendo mostrar que eles, os
deficientes, devem ser tratados com respeito, amor, carinho e reconhecimento”,
conclui.