De Espinosa a BH, mineiros conquistaram medalhas e quebraram recordes em modalidades como vôlei, futebol e natação
De Minas para o mundo: atletas mineiros brilham nos Jogos Olímpicos
Minas Gerais tem tradição em revelar talentos no esporte, mas nem todos os atletas de destaque que representam o Brasil no cenário internacional têm origem amplamente conhecida. De cidades do interior a centros urbanos, mineiros têm levado o nome do estado a pódios e finais olímpicas.
Entre eles estão campeões no vôlei, no futebol, na natação e até em modalidades menos populares, como o lançamento de dardo. Confira alguns abaixo!
Natural de Espinosa, no norte de Minas, Ana Patrícia Silva Ramos é uma das principais referências do vôlei de praia brasileiro. Ao lado de Duda Lisboa, conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, além de títulos no Mundial de 2022, no Pan-Americano de 2023 e nos Jogos da Juventude, em 2014.
Nascida em Governador Valadares, Yasmim Assis Ribeiro, 28, começou no futebol brasileiro e hoje defende o Real Madrid. Revelada no Corinthians/Audax, venceu a Libertadores de 2017 e o Campeonato Brasileiro de 2018, quando foi eleita a melhor lateral-esquerda da competição.
Ricardo Lucarelli Santos de Souza nasceu em Contagem e fez história no vôlei. Integrante da seleção brasileira campeã olímpica nos Jogos do Rio, em 2016, o ponteiro foi decisivo na vitória sobre a Itália por 3 sets a 0, no Maracanãzinho.
De Juiz de Fora, Luiz Maurício Dias da Silva alcançou marcas inéditas para o atletismo brasileiro. Em 2024, quebrou o recorde sul-americano do lançamento de dardo ao atingir 85,57 metros, índice que garantiu sua vaga nos Jogos Olímpicos de Paris. Na competição, superou a própria marca, com 85,91 metros, tornando-se o primeiro brasileiro a disputar uma final olímpica da modalidade.
Belo-horizontina, Maria Paula Heitmann representou o Brasil na natação em Paris, em 2024. Integrante do revezamento 4x200m livre, chegou à final ao lado de Maria Fernanda Costa, Stephanie Balduccini e Gabrielle Roncatto. O resultado encerrou um hiato de 20 anos sem a presença feminina brasileira em uma final olímpica de revezamento.