Minas Gerais lidera ranking nacional de destinos gastronômicos, com 44% das menções; Bahia aparece como a culinária mais surpreendente e subestimada
Pratos que ilustram a rica culinária brasileira, tema de pesquisa sobre as gastronomias mais lembradas e as surpreendentes do país
A gastronomia de Minas Gerais é a mais lembrada pelos brasileiros quando o assunto é comer bem.
Uma pesquisa realizada pelo site Melhores Destinos mostra que o estado foi citado por 44% dos entrevistados. São Paulo aparece em segundo lugar, com 37%, seguido pela Bahia, com 35%.
O levantamento também revela um contraste. Apesar de Minas Gerais estar no topo das preferências, a Bahia lidera quando os entrevistados são questionados sobre quais gastronomias surpreendem, mas ainda são subestimadas pelos turistas. O estado recebeu 24% das respostas, enquanto Minas Gerais ficou em segundo lugar, com 23%.
A pesquisa reforça a força da culinária regional brasileira e mostra que o reconhecimento de uma gastronomia não significa, necessariamente, que ela seja considerada suficientemente valorizada pelos viajantes.
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Os estados mais lembrados para comer bem no Brasil são Minas Gerais (44%), São Paulo (37%) e Bahia (35%), segundo o levantamento do Melhores Destinos. Rio de Janeiro, com 21%, e Rio Grande do Sul, com 17%, completam as cinco primeiras posições.
A liderança mineira está associada à variedade de pratos e produtos tradicionais que fazem parte da identidade gastronômica do estado. Entre os destaques estão queijos artesanais, pão de queijo, feijão tropeiro, frango com quiabo e doces preparados de forma tradicional.
Quando o levantamento muda a pergunta e busca saber quais cozinhas surpreendem, mas ainda são subestimadas pelos turistas, a Bahia assume a liderança, com 24% das respostas.
Minas Gerais aparece logo atrás, com 23%, mantendo o estado entre os destaques do levantamento. Amazonas, com 19%, e Pará, com 17%, aparecem na sequência.
O resultado chama atenção para a gastronomia da Região Norte, que reúne ingredientes e técnicas relacionados às culturas indígenas e à biodiversidade amazônica.