Evento reúne espetáculos de seis estados em BH com ingressos a preços populares; programação gratuita inclui oficinas e debates abertos ao público
Espetáculo vibrante marca o retorno presencial do Festival Estudantil de Teatro (FETO) com performances e debates em Belo Horizonte
O Festival Estudantil de Teatro (FETO) retorna ao formato presencial em Belo Horizonte para sua 23ª edição, realizada entre 27 de outubro e 1º de novembro de 2026. Com o tema “Gostoso é estar em bando!”, o FETO 2026 reúne estudantes, artistas, professores e público após edições com etapas no ambiente virtual.
A abertura será em 27 de outubro, no Galpão Cine Horto, com o espetáculo Há uma festa sem começo que não termina com o fim, do grupo cearense Pavilhão da Magnólia. A montagem aborda ancestralidade, gênero e racismo, além de apresentar um manifesto em defesa da democracia.
Mais informações estão disponíveis no site oficial do FETO.
Os ingressos custam R$ 10, com meia-entrada a R$ 5, e podem ser adquiridos pela plataforma Sympla e nas bilheterias dos espaços. As oficinas e rodas de conversa são gratuitas.
A programação do FETO 2026 conta com dez montagens de grupos de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Goiás e Ceará. As produções estão divididas em duas categorias: Teatro na Escola, voltada a estudantes do ensino regular, e Escola de Teatro, destinada a alunos de cursos técnicos ou superiores.
Entre os espetáculos selecionados estão Grão, Ganga, Só + Duas Histórias Latino-americanas e Fim, Cabaré Cibernético, SANKOFA – Um Menino Brasileiro, O que cabe no caderno? AdoleSER, Receita e O Pagador de Promessas. A peça O Pequeno Príncipe Negro também integra o circuito como programação associada.
Além das apresentações, o festival de teatro em BH promove atividades formativas abertas ao público. A programação inclui a oficina Gestão Colaborativa nas Artes da Cena, ministrada por Lena Cunha, e o curso Interpretação para Cinema e TV para crianças e adolescentes, orientado por Byron O’Neill.
O público também pode participar das rodas de conversa do projeto Olhares, que contam com análises da comissão artística, e dos encontros do CaFETO. As atividades reúnem artistas convidados para discutir processos de criação coletiva.