Belo Horizonte recebe a 3ª edição do Festival do Tropeiro Mineiro, com 46 bares e restaurantes participantes entre 20 de agosto e 6 de setembro. Confira a lista.
De 20 de agosto a 6 de setembro, Belo Horizonte recebe a 3ª edição do Festival do Tropeiro Mineiro, reunindo 46 bares e restaurantes em diferentes regiões da capital.
BH vai se transformar em um grande roteiro gastronômico dedicado a um dos pratos mais tradicionais da culinária mineira.
Entre os dias 20 de agosto e 6 de setembro, a capital recebe a 3ª edição do Festival do Tropeiro Mineiro, que reúne 46 bares e restaurantes de diferentes regiões da cidade.
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Com o conceito “Onde você estiver, tem um tropeiro perto de você!”, o festival convida o público a circular por BH para experimentar diferentes interpretações do feijão tropeiro.
A curadoria do evento é de Rosi Campolina, administradora do Portal Chef a Chef. Além disso, as receitas serão avaliadas por um júri formado por profissionais das áreas de gastronomia, cultura, turismo e comunicação.
Os participantes estão distribuídos por diferentes regiões da capital. O roteiro passa por bairros como Cachoeirinha, Centro, Santa Tereza, Prado, Pampulha, Venda Nova, Bandeirantes, Serra Verde, Camargos e Planalto, entre outros.
Dessa forma, o público pode escolher estabelecimentos próximos de onde mora ou de onde estiver pela cidade. A diversidade de endereços também reforça a proposta central desta edição: transformar o festival em uma experiência gastronômica que percorre Belo Horizonte.
Mais do que reunir restaurantes, o festival aposta na diversidade de uma receita que atravessa gerações. O feijão tropeiro mantém sua presença na gastronomia mineira, mas também se adapta às características de cada estabelecimento.
A origem do prato está relacionada à trajetória dos tropeiros que percorriam longas distâncias entre os séculos XVII e XVIII. Como precisavam transportar alimentos resistentes e fáceis de armazenar, ingredientes como feijão, farinha, carne seca, toucinho e sal faziam parte da alimentação durante as viagens.
Ao longo do tempo, essa combinação incorporou influências indígenas, portuguesas e africanas. Hoje, o tropeiro continua presente na culinária mineira e aparece em diferentes versões, preservando elementos da tradição enquanto incorpora novas técnicas e ingredientes.
Para escolher os destaques da edição, o festival contará com um júri formado por nomes ligados à gastronomia, cultura, turismo e comunicação.
Entre os jurados estão Rosi Campolina, curadora do festival; o ator Carlos Nunes; Tessia Gonçalves, da Rádio Inconfidência; o chef Penninha, Ricardo Penna; a chef e consultora gastronômica Euzi Nascimento; Sérgio Moreira, presidente da Febtur/MG; o chef Márcio Almeida; Guilherme Araújo, representante do Feijão Galante; e a jornalista Simone Santos, da Febtur/MG.
A composição do grupo acompanha a proposta do evento de valorizar o tropeiro não apenas como uma receita tradicional, mas também como parte da identidade cultural e gastronômica de Belo Horizonte.