Instituto Inhotim é o único destino brasileiro no ranking do New York Times de 52 lugares para conhecer em 2026 e ocupa a 24ª posição na lista
Instituto Inhotim prepara programação especial em 2026 para celebrar 20 anos de abertura ao público, em um ano marcado pelo destaque internacional no ranking do New York Times
O jornal The New York Times divulgou nesta terça-feira (6) o tradicional ranking “52 Places to Go”, que reúne destinos recomendados para viajar em 2026. Entre cidades, paisagens naturais e experiências culturais ao redor do mundo, apenas um destino brasileiro aparece na lista: o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que ocupa a 24ª posição.
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Segundo o jornal norte-americano, Inhotim se destaca por oferecer uma experiência que vai além de uma visita rápida. “Uma das poucas críticas feitas a Inhotim é que um único dia não basta para ver tudo”, afirma a publicação. Isso porque o museu a céu aberto abriga cerca de 500 obras de arte, distribuídas em 24 galerias de arquitetura singular, integradas a um dos maiores jardins botânicos do mundo.
Além disso, o New York Times chama atenção para o momento simbólico vivido pelo instituto. Em 2026, Inhotim completa 20 anos de abertura ao público, após ter surgido como uma coleção privada. Para marcar a data, o espaço prepara uma programação especial de exposições, com foco na identidade afro-amazônica do Brasil, ampliando o diálogo entre arte contemporânea, território e ancestralidade.
Nesse contexto, o jornal destaca que novas obras irão integrar o acervo permanente, incluindo trabalhos de Dalton Paula, Davi de Jesus do Nascimento e Paulo Nazareth. Além disso, produções de 22 artistas indígenas sul-americanos passarão a ocupar as galerias e os espaços abertos do museu, reforçando a diversidade de narrativas presentes em Inhotim.
Ao mesmo tempo, o instituto mantém obras consagradas de artistas reconhecidos internacionalmente, como Yayoi Kusama e Hélio Oiticica, o que contribui para consolidar Inhotim como um dos principais polos de arte contemporânea do mundo. Dessa forma, o museu mineiro se firma como um espaço que conecta produção artística global e questões centrais da sociedade brasileira.
1- América Revolucionária’ — Estados Unidos
2- Varsóvia — Polônia
3- Bangcoc — Tailândia
4- Península Osa — Costa Rica
5- Bandhavgarh — Índia
6- Dallas — Estados Unidos
7- Orã — Argélia
8- Rota 66 — Estados Unidos
9- Saba — Pequenas Antilhas (Caribe)
10- Poblenou (Barcelona) — Espanha
11- Outras Montanhas do Nepal (além do Monte Everest) — Nepal
12- Bayreuth — Alemanha
13- Viagem de trem pelas Montanhas Rochosas Canadenses — Canadá
14- Top End (Território do Norte) — Austrália
15- Penang — Malásia
16- Los Angeles — Estados Unidos
17- Nagasaki — Japão
18- Breuil-Cervínia — Itália
19- Memphis — Estados Unidos
20- Armênia
21- Espanha de Joaquín Sorolla (Madri e Valência) — Espanha
22- Inglaterra do Ursinho Pooh’ (East Sussex) — Inglaterra
23- Seicheles
24- Inhotim — Brasil
25- Islândia
26- Ilhas Sanibel e Captiva — Estados Unidos
27- Hyde Park (Chicago) — Estados Unidos
28- Ilhas Traena — Noruega
29- Miches — República Dominicana
30- Portland — Estados Unidos
31- Montanhas Tien Shan — Quirguistão
32- Assis — Itália
33- Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico — Estados Unidos
34- Vietnã
35- Querétaro — México
36- Medora (Dakota do Norte) — Estados Unidos
37- Camiguin — Filipinas
38- Messínia — Grécia
39- Guiana
40- Deer Valley (Utah) — Estados Unidos
41- Yunnan — China
42- Bentonville (Arkansas) — Estados Unidos
43- Cabo Froward — Chile
44- Gênova — Itália
45- Trilha Dongseo — Coreia do Sul
46- Okinawa — Japão
47- Bacia Hidrográfica do Rio Pastaza — Equador
48- Área de Conservação de Ngorongoro — Tanzânia
49- Melbourne — Austrália
50- Praia da Virgínia — Estados Unidos
51- Estrada Big Sur (Califórnia) — Estados Unidos
52- Ilha Mon — Dinamarca
Ainda assim, Inhotim aparece como o único representante do Brasil, reforçando a relevância cultural e turística do país no cenário internacional.
Por fim, a presença de Inhotim na lista evidencia como arte, natureza e memória podem se tornar elementos centrais na promoção de destinos turísticos. Mais do que um ponto de visitação, o instituto se consolida como um espaço de reflexão, experiência sensorial e valorização da diversidade cultural, características que explicam o destaque dado pelo New York Times para 2026.