Filarmônica de Minas Gerais apresenta O Telefone e O Segredo de Susana em versão semiencenada, com humor e linguagem acessível ao público
Apresentação da Filarmônica de Minas Gerais reúne música, teatro e humor em óperas semiencenadas na Sala Minas Gerais
A Filarmônica de Minas Gerais aposta em humor, teatro e música para aproximar o público da ópera em duas apresentações especiais na Sala Minas Gerais. Nos dias 16 e 17 de abril, às 20h30, a orquestra leva ao palco versões semiencenadas de O Telefone, de Gian Carlo Menotti, e O Segredo de Susana, de Ermanno Wolf-Ferrari.
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Diferentemente das montagens tradicionais, o concerto cênico combina execução musical com elementos teatrais. Com isso, a proposta se torna mais dinâmica e acessível, especialmente para quem ainda não tem familiaridade com o gênero operístico.
Enquanto O Segredo de Susana explora uma crise de ciúmes repleta de ironia, O Telefone aposta em situações cotidianas para construir uma comédia leve sobre comunicação e relações amorosas. Assim, as duas obras dialogam diretamente com o público contemporâneo.
A montagem conta com a soprano Raquel Paulin e o barítono Licio Bruno, além da participação do ator Chico Pelúcio, integrante do Grupo Galpão.
A direção de cena é assinada por Jorge Takla, conhecido por grandes produções no teatro e na ópera. Já a regência fica por conta do maestro Fabio Mechetti, que lidera a Filarmônica desde sua fundação e consolidou a orquestra como uma das mais relevantes do país.
Além da proposta artística, o espetáculo reforça um movimento crescente: tornar a música de concerto mais próxima do público. Nesse sentido, a Filarmônica investe em formatos híbridos, que unem narrativa, interpretação e repertório clássico.
Consequentemente, a experiência se transforma em algo mais envolvente, não apenas para especialistas, mas também para novos espectadores.
As apresentações integram as séries Presto (16/4) e Veloce (17/4), ambas com início às 20h30.
Porque une música clássica, teatro e humor em uma proposta contemporânea e, ao mesmo tempo, valoriza dois compositores que exploram o lado mais leve e humano da ópera.