Evite o estresse com estacionamento e aproveite o festival; preparamos um guia com as principais linhas de ônibus que te deixam perto dos botecos
Petiscos como estes aguardam os participantes do Comida di Buteco 2026 em Belo Horizonte
Com a chegada do Comida di Buteco 2026, moradores e turistas já começam a planejar verdadeiras maratonas gastronômicas por Belo Horizonte. O evento acontece entre 10 de abril e 10 de maio, com petiscos autorais vendidos a preço fixo de R$ 40 — uma combinação que movimenta a cidade e valoriza a cultura de boteco.
Ao mesmo tempo, organizar o roteiro faz toda a diferença para aproveitar melhor a experiência. Por isso, além de escolher os bares, pensar na logística, especialmente no transporte, é essencial para garantir praticidade, economia e segurança.
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Criado em 1999, o Comida di Buteco nasceu com o objetivo de valorizar a cozinha de raiz e os bares de bairro. Desde então, o concurso cresceu e se consolidou como um dos maiores eventos gastronômicos do Brasil.
Ao longo das edições, o festival revelou talentos e impulsionou negócios. Um exemplo recente é o Espetinhos do Paulão, vencedor em 2024 e 2025, que conquistou o público com pratos criativos e bem executados. Já o Us Motoca também entrou para a história ao unir técnica e identidade em seus petiscos.
Dessa forma, o evento vai além da comida: ele fortalece a economia local, promove a cultura mineira e transforma bairros inteiros em polos gastronômicos.
Nesta edição, 128 bares participam do concurso em Belo Horizonte. Organizar a logística para visitar os estabelecimentos é mais simples do que parece, já que a capital mineira conta com uma rede de ônibus que conecta as principais regiões da cidade, facilitando o acesso aos bairros que tradicionalmente concentram alguns dos botecos mais famosos.
Com 128 estabelecimentos participantes, sair sem planejamento pode significar perder tempo, e até deixar de conhecer bares incríveis. Por isso, a dica é dividir o roteiro por regiões.
Conhecido como um dos berços da boemia de Belo Horizonte, o bairro concentra bares clássicos e ruas ideais para circular a pé. Assim, é possível visitar vários estabelecimentos em sequência sem grandes deslocamentos.
Para chegar com facilidade, algumas linhas de ônibus atendem bem a região:
Por outro lado, quem busca movimento intenso e variedade encontra na Savassi um dos principais pontos do festival. Além disso, a região reúne bares modernos e tradicionais, facilitando a criação de roteiros variados.
O acesso por transporte público é amplo, com destaque para:
Já para quem prefere uma experiência mais raiz, o Prado e o Calafate oferecem botecos tradicionais, com clima acolhedor e receitas que valorizam a culinária mineira.
Para chegar até esses bairros, as principais opções são:
9205: conecta Nova Cintra e Nova Vista, com paradas estratégicas no Prado e Calafate
4205: passa pela Rua Platina, uma das vias centrais do Prado, ligando a região ao Centro
Para aproveitar o Comida di Buteco com tranquilidade, o transporte público se torna uma das melhores opções. Afinal, evita preocupações com estacionamento e elimina riscos relacionados ao consumo de álcool.
Belo Horizonte conta com uma rede de ônibus que conecta bem essas regiões. Linhas que passam por corredores como a Avenida do Contorno, por exemplo, facilitam o deslocamento entre bairros estratégicos.
Além disso, aplicativos como o BHBus e o Moovit ajudam a planejar rotas em tempo real, tornando o trajeto mais ágil.
Importante: horários e itinerários podem sofrer alterações. Portanto, vale conferir as informações atualizadas antes de sair de casa.
A edição de 2026 reúne desde nomes consagrados até novos participantes. Entre os destaques, estão:
Além desses, a lista completa inclui dezenas de opções espalhadas por toda a cidade, como Bar do Momô, Bar da Fia, Sô Bar, Toca do Ogro, entre outros, o que permite montar roteiros personalizados de acordo com o seu gosto.
Antes de sair, vale seguir algumas estratégias simples que fazem diferença:
Mais do que uma competição, o Comida di Buteco transforma Belo Horizonte em um grande circuito cultural e gastronômico. A cada parada, o público encontra histórias, receitas autorais e a essência da cozinha mineira.
Por isso, montar um bom roteiro não é apenas uma questão de logística, é o que garante uma experiência mais rica, diversa e inesquecível durante o festival.