Ator completa 51 anos e o Sou BH lembra algumas de suas atuações
Por Camila de Ávila, jornalista do Sou BH
Muito mais que um rosto bonito (e
bota bonito nisso), Brad Pitt é um ator respeitado mundialmente. Nunca
reconhecido pela academia, mas com algumas indicações ao Oscar de melhor ator,
Brad coleciona bons filmes, boas atuações e uma vida particular agitada, durante
certo período. Foi namorado de Gwyneth Paltrow, casado com Jennifer Aniston,
mas foi com a atriz Angelina Jolie que o bonitão se encontrou, mesmo com toda
polêmica (dizem que, quando o casal começou o romance, Pitt ainda estava com Aniston,
a musa do seriado Friends). Polêmicas
a parte, Pitt é muito mais que uma celebridade, é um ator que sabe escolher
bons filmes para trabalhar.
Em uma pequena discussão, a
equipe do Sou BH levantou uma lista dos melhores filmes do ator. Alguns foram
unânimes, outros nem tanto. Confira a nossa lista e veja se deixamos de lado o
seu filme favorito!
Clube da Luta –
mais votado pela redação do Sou BH, o filme foi lançado em 1996, com direção de
David Fincher. Além de Pitt, está no elenco Edward Noton. Baseado no romance
homônimo de Chuck Palahniuk, publicado em 1996, o filme foi muito importante
para os americanos, já que o Jornal The Guardian percebeu nele um prenúncio de mudança
da vida política e descreveu o seu estilo visual como inovador. O longa foi um
dos mais controversos e falados de 1999.
Se7en – este
também entra na lista dos mais falados na redação do Sou BH. Lançado em 1999 é
estrelado também por Morgan Freeman, Gwyneth Paltrow e Kevin Spacey. A direção
também é de David Fincher. O filme conta a história de um serial Killer que
pretende matar sete pessoas que “cometiam” os pecados capitais.
Segundo especialista, o roteiro do filme é uma obra prima e a atuação de Pitt é
extraordinária.
O Curioso Caso de
Benjamin Burton – um filme que conta a história surreal de Benjamin, um
homem nascido em 1918 com a aparência de velho, que vai ficando mais jovem com
o passar do tempo. É uma história de
abandono e de encontro. O filme é de 2008 e, ao lado de Pitt, Cate Blanchet também integra o elenco. A
direção é de David Fincher.
Encontro Marcado – Neste
filme, lançado em 1998, com direção de Martin Brest, Brad Pitt reencontra, em
cena, Anthony Hopkins, com quem contracenou em “Lendas da Paixão” (1994). O ator
interpreta a morte com toda sua força e autoridade sobre os vivos. O filme foi
rodado na cidade de Nova Iorque, na 5º Avenida, no hospital, em Brooklyn, e num
armazém onde foi construído o apartamento da personagem de Hopkins. Um filme
para assistir com lenço na mão.
Bastardos Inglórios –
Lançado em 2009, o filme, dirigido por Quentin Tarantino, diz sobre dois
planos para assassinar os líderes da Alemanha nazista. O filme é o segundo
maior sucesso de Tarantino em bilheteria e arrecadou mais de U$300 milhões no
mundo todo. A película também tem vários prêmios e oito indicações ao Oscar.
Troia – dirigido
por Wolfgang Petersen, tem no elenco, além de Pitt, Eric Bana e Orlando Bloom.
O filme conta a história da famosa guerra de Troia, que se inícia devido ao
“roubo” de Helena de seu marido Melenau, pelo príncipe de Troia, Páris. A obra
é baseada na obra Ilíada de Homero e recebeu indicação ao Oscar de melhor
figurino e ao MTV Movie Awards de melhor luta (Brad Pitt e Eric Bana), além de
melhor atuação masculina (Brad Pitt).
Árvore da Vida – dirigido
por Terrence Malick, estrelado por Brad Pitt e Sean Penn. Lançado em 2011, o
filme mostra as origens e o significado da vida por meio dos olhos de uma
família da década de 1950, no Texas, apresentando temas surrealistas. “Árvore
da Vida” ganhou a Palma de Ouro em Cannes e foi lançado de forma limitada nos
Estados Unidos, recebendo críticas positivas e elogios aos seus aspectos
técnicos e méritos artísticos.
Inimigo Íntimo –
lançado em 1997, o filme dirigido por Alan J. Pakula, conta com Pitt e Harisson
Ford no elenco. O longa narra a história de um líder do IRA (Exército
Republicano Irlandês), que foge para Nova Iorque e é protegido pelo policial de
origem irlandesa, que desconhece a sua identidade, Tom O’Meara (Harrison Ford).
A película teve recepção morna da crítica especializada, que a classifica como
mediana.