Restaurante da chef Bruna Martins encerra atividades neste domingo (21); veja os pratos que marcaram a história da casa no bairro Floresta
Após quatro anos de funcionamento no bairro Floresta, o restaurante Florestal encerra as atividades neste domingo (21)
O domingo será de despedida para os fãs de um dos restaurantes mais queridos da cena gastronômica de Belo Horizonte. Após quatro anos de funcionamento no bairro Floresta, o Florestal encerra oficialmente as atividades neste dia 21 de junho. Antes de fechar as portas, a casa da chef Bruna Martins preparou uma programação especial e mantém no cardápio alguns dos pratos que ajudaram a construir sua identidade.
Conhecido por valorizar ingredientes frescos, preparações criativas e opções que colocam os vegetais no centro da experiência gastronômica, o restaurante conquistou um público fiel ao longo dos últimos anos. Por isso, quem pretende fazer uma última visita ainda tem a oportunidade de experimentar receitas que se tornaram símbolos da casa.
A reportagem reuniu sete pratos e sobremesas que merecem atenção no último dia de funcionamento. Confira:
Entre todos os pratos do cardápio, a parmegiana de berinjela talvez seja a receita que melhor represente a proposta do Florestal. Servida com creme de burrata, purê queijudo de batatas e salada de rúcula, a opção conquistou até mesmo clientes que não costumam escolher pratos vegetarianos.
A combinação de sabores e texturas transformou a receita em um dos pedidos mais conhecidos do restaurante e uma parada obrigatória para quem quer se despedir da casa.
Outra opção que chama atenção é a pratada mediterrânea. O prato combina polvo na brasa, molho romesco, chips de batata e spaghetti aglio e olio.
A receita evidencia uma das marcas do Florestal: a mistura de referências gastronômicas de diferentes partes do mundo sem abrir mão da identidade autoral construída pela chef Bruna Martins.
Para quem pretende dividir a refeição, a pratada brasileira é uma das escolhas mais completas do cardápio. O galeto inteiro servido com molho de laranja acompanha farofa, vinagrete, risoto de brócolis e polenta frita.
O prato serve duas pessoas e reúne elementos tradicionais da cozinha brasileira apresentados com um toque contemporâneo.
A culinária asiática também aparece entre os destaques da despedida. As tulipinhas na brasa são servidas com molho gochujang, yakisoba de vegetais e guioza de umbigo de banana.
Além disso, a combinação mostra como o restaurante explorou ingredientes e técnicas de diferentes culturas ao longo de sua trajetória.
A pratada árabe apresenta uma das versões mais criativas do cardápio. O prato reúne quibe de berinjela, coalhada, homus de cenoura, batata frita e pão sírio.
A receita reforça a proposta da casa de oferecer preparações vegetais capazes de surpreender pelo sabor e pela complexidade.
Entre as sobremesas, o cheesecake de maracujá é uma das opções mais procuradas pelos clientes. O doce equilibra acidez e doçura na medida certa e ainda conta com uma versão vegana disponível no cardápio.
Por isso, a sobremesa é uma boa escolha para quem deseja experimentar uma das receitas mais conhecidas da reta final do restaurante.
Para os amantes de chocolate, a mousse da casa aparece como uma alternativa clássica e afetiva. Simples à primeira vista, a sobremesa se tornou uma das queridinhas dos frequentadores e ajuda a fechar a experiência gastronômica em clima de nostalgia.
Além do cardápio, o Florestal preparou uma programação de despedida para celebrar a trajetória construída ao longo dos últimos quatro anos. Neste domingo (21), o restaurante recebe uma roda de samba com o grupo Feijão Sem Bicho, das 13h às 17h.
A proposta é transformar o encerramento em uma celebração dos encontros, histórias e memórias que marcaram o espaço desde sua inauguração.
Localizado na Avenida Assis Chateaubriand, no bairro Floresta, o restaurante se consolidou como uma referência da gastronomia autoral em Belo Horizonte. Agora, às vésperas do fechamento, os clientes têm uma última oportunidade para revisitar sabores que ajudaram a escrever um capítulo importante da culinária da capital mineira.